domingo, 23 de outubro de 2011

#CálculoDiferencialEIntegral

Cálculo Diferencial e Integral ? É, uma matéria temida por muitos, mas ainda existem aqueles que se deliciam fazendo uma #IntegralPorPartes, ou uma #IntegralTripla, ou uma #DeivaçãoParcial, as vezes um #Limite (eu sou um desses), enfim muitos e muitos problemas de cálculo podem te ajudar ou te fazer sofrer. Isso depende de quem ensina, depende de quem aprende, depende se quem está aprendendo realmente quer aprender, ou se somente quer passar de período.

Dentre outros motivos que acentuam o grande índice de reprovação e evasão de cursos de graduação que possuem o cálculo diferencial e integral na grade, gostaria de ponderar duas vertentes.
>>> O pouco conhecimento da matemática básica, álgebra (simplificações, fatorações, operações com polinômios), conhecimento de funções de modo geral, que vem desde o ensino básico (fundamental e médio).

>>> A linguagem que muitos professores adotam em suas aulas, a não utilização de recursos e metodologias da atualidade que poderiam facilitar muito o processo ensino-aprendizagem desta disciplina.

Sinto nas aulas que assisto, ou até mesmo nas aulas particulares que ministro, que alguns colegas não sabem o que estão fazendo, não sabem o que é na verdade integrar, mas integram formatizadamente, quase robóticamente. Não aprendem, mas sim gravam o que tem que fazer pelo cansaço, com exaustivas listas de exercícios. O conhecimento na matemática se dá sim pela prática, mas primordialmente vem o "entender", saber o que estou fazendo antes de começar a fazer, ou saber onde quero chegar com tais procedimentos que me foram passados. Alguns alunos ainda ficam, mesmo na faculdade, com medo, ou vergonha de expor ao professor que não está entendendo, ou perguntar alguma coisa; deixam passar talvez a grande oportunidade da vida deles de entender o cálculo. E alguns professores insistem em continuar ministrando suas aulas da forma mais difícil, ou da forma menos fácil, não usam muito a tecnologia como apoio e novas metodologias de ensino.

O cálculo também não é um bicho de sete cabeças, e se for ele pode ser domado e entendido. Fica aí para pensar sobre esse processor de ensino-aprendizagem.

Marcos Júnior Guimarães Alves